Às vezes fico maquinando sobre certas situações que acontecem justamente durante processos eleitorais. O prefeito Carlos Moreira e a Enscon respondem a um processo movido pelo Ministério Publico há algum tempo. A Prefeitura é acusada de beneficiar a Enscon em uma licitação. Ok. O julgamento sai em outubro. De uma hora para outra o Ministério Publico Estadual recomenda a mesma situação do passado em plena campanha eleitoral e divulga isso para a imprensa. Ora, se o julgamento do mérito fica para outubro, por que questionar isso agora?
Acredito que o MP quer desvendar o fato e dar uma resposta a comunidade. Mas MP não julga nada, quem julga é o juiz. Esse tipo de assunto gera alvoroço na imprensa e acaba, mesmo que sem essa intenção, desequilibrando a disputa democrática. Nas páginas dos jornais o prefeito e a Enscon já figuram como culpados, antes do julgamento.
O mesmo ocorreu com Conceição Winter. Por que a candidatura dela não foi questionada meses atrás? Justamente quando começou a campanha é que surgiu a recomendação do MP de impugnação da candidatura. Coisas da justiça.
Acredito que o MP quer desvendar o fato e dar uma resposta a comunidade. Mas MP não julga nada, quem julga é o juiz. Esse tipo de assunto gera alvoroço na imprensa e acaba, mesmo que sem essa intenção, desequilibrando a disputa democrática. Nas páginas dos jornais o prefeito e a Enscon já figuram como culpados, antes do julgamento.
O mesmo ocorreu com Conceição Winter. Por que a candidatura dela não foi questionada meses atrás? Justamente quando começou a campanha é que surgiu a recomendação do MP de impugnação da candidatura. Coisas da justiça.
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