Hoje entrei em contato com um dos profissionais que atuam em campanhas eleitorais. Falei com Emerson Duarte, sujeito com quem já trabalhei e que respeito demais por conhecer sua vontade de crescer na vida.
Eu procurava o telefone de Fenelon Lins, pois havia reaberto uma pauta antiga, sobre um caso de tortura, mentiras e vidas arruinadas durante o período da ditadura militar, envolvendo nomes da política monlevadense: dentre eles a do próprio Fenelon, que, inclusive, era peça chave no caso.
Por compor a atual equipe de trabalho da campanha de Gustavo Prandini (PV) – pré-candidato a prefeito de João Monlevade – Emerson Duarte me disse abertamente ao telefone que Fenelon seria aconselhado por ele a não falar com nossa reportagem sobre o assunto, pois ele (Emerson) não queria a exposição de um membro da campanha de Gustavo. Taxativo e sem parar para pensar no resultado da decisão, Emerson mal ouviu minhas ponderações a respeito do conteúdo e da importância histórica da matéria que eu estava produzindo.
Com a decisão do juiz em mãos (que cita o nome de Fenelon do início ao fim) fiz a matéria normalmente que você poderá acompanhar no http://www.tendavip.net/, se não tiver ouvido na Rádio Cultura hoje pela manhã.
Confesso que fiquei chateado com a atitude de um colega de profissão com tamanha ética e dedicação. A meu ver a matéria não trataria em momento algum da campanha de Gustavo, não traria foto de Fenelon e se tratava de um fato histórico (portanto jornalisticamente fundamentado) e de interesse da comunidade. Acredito que o jornalista deve ter respeito pela fonte, pelos marketeiros de políticos, etc, mas que isso tem de ser recíproco. Não abro mão disso.
Eu procurava o telefone de Fenelon Lins, pois havia reaberto uma pauta antiga, sobre um caso de tortura, mentiras e vidas arruinadas durante o período da ditadura militar, envolvendo nomes da política monlevadense: dentre eles a do próprio Fenelon, que, inclusive, era peça chave no caso.
Por compor a atual equipe de trabalho da campanha de Gustavo Prandini (PV) – pré-candidato a prefeito de João Monlevade – Emerson Duarte me disse abertamente ao telefone que Fenelon seria aconselhado por ele a não falar com nossa reportagem sobre o assunto, pois ele (Emerson) não queria a exposição de um membro da campanha de Gustavo. Taxativo e sem parar para pensar no resultado da decisão, Emerson mal ouviu minhas ponderações a respeito do conteúdo e da importância histórica da matéria que eu estava produzindo.
Com a decisão do juiz em mãos (que cita o nome de Fenelon do início ao fim) fiz a matéria normalmente que você poderá acompanhar no http://www.tendavip.net/, se não tiver ouvido na Rádio Cultura hoje pela manhã.
Confesso que fiquei chateado com a atitude de um colega de profissão com tamanha ética e dedicação. A meu ver a matéria não trataria em momento algum da campanha de Gustavo, não traria foto de Fenelon e se tratava de um fato histórico (portanto jornalisticamente fundamentado) e de interesse da comunidade. Acredito que o jornalista deve ter respeito pela fonte, pelos marketeiros de políticos, etc, mas que isso tem de ser recíproco. Não abro mão disso.
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