terça-feira, 22 de julho de 2008

Na festa, em Monlevade


O eleitor, em geral, fala mal dos políticos. Diz que não se importa. Declara que odeia política. SIM, tudo isso é verdade. Mas, apesar de dizer tudo isso, ele adora um afago. Adora se sentir lembrado, “importante”.Neste final de semana, estive em uma festa junina na cidade. Ficou lotada. Enquanto estava lá observava se algum candidato apareceria.
Até a hora que fui embora vi dois candidatos a cargos eletivos: Guilherme Nasser e Railton Franklin. Aproveitei para observar como agiam.
Guilherme chegou acompanhado da namorada. Cumprimentou todos os que via pela frente, abraçou senhoras de mais idade, deu atenção para todos.Dr. Railton chegou sozinho. Entrou e passou por várias pessoas. Parou em uma mesa. Conversou. Comprou comidas típicas. E cumprimentou algumas pessoas. Não foi de mesa em mesa, apenas nas que tinham conhecidos.
O comportamento dos dois gerou comentários de minha namorada, que me acompanhava. Um deles foi: "Carlos Moreira não deveria estar acompanhando o Railton?", perguntou ela. E eu respondi. "Acho que isso depende da caracterísitica. Se o candidato for tímido para chegar nas mesas, cetamente precisa de alguém que o auxilie nisso", respondi e ressaltei: "mas o ideal é que ele perceba e tome consciência desta necessidade e faça naturalmente".
Claro que cada candidato tem seu jeito, suas características. Mas o eleitor sente. Se você está em uma festa, o candidato chega e não lhe dá pelo menos um aperto de mão, fica chateado. Não se sente prestigiado. Se te cumprimenta, você pode até dizer: “só porque é tempo de eleição!” Mas é menos mal. Quem quer vencer precisa dar atenção a cada um. É primordial.

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