sexta-feira, 20 de junho de 2008

Sem favorito

O período pré-eleitoral está chegando ao fim para dar lugar à campanha. Neste primeiro momento, os partidos planejaram, negociaram e se aproximam da definição dos nomes que vão disputar as eleições.

Algumas dúvidas ainda serão sanadas. O PT deve mesmo apoiar o advogado pevista Gustavo Prandini. Mas vai encontrar resistência dentro do partido. Ontem, o vereador Antônio Batista Contrapino Miranda, prometia lutar contra a dobradinha. Ele defende candidatura própria e até apoio a vice-prefeita Conceição Winter, do PMDB.

No PMDB também ainda existe dúvida. Depois de anos de apoio e muitos benefícios, será mesmo que os vereadores Zé Lascado e Dorinha Machado vão abandonar o prefeito Carlos Moreira e o deputado Mauri Torres para apoiar a vice-prefeita? Uma dúvida que terá resposta até o dia 30, mas que mexe com a cabeça de muita gente.

Outro que também promete estar de malas prontas para a oposição é o vereador Roberto Romualdo, o Robertinho. Mas, se ele fizer isso mesmo, deve perder apoio de vários dos seus principais cabos-eleitorais e colocar sua candidatura em risco.

A situação já definiu o nome do candidato. Será Railton Franklin, do PDT, que agora espera o apoio do companheiro de partido Gentil Bicalho e deve escolher o vice nos próximos dias. O PSDB, o PTB e o PP, já fecharam com o pré-candidato, que conta com o apoio do prefeito Carlos Moreira e do deputado Mauri Torres para tentar vencer as eleições.

Railton terá de trabalhar muito, como bem frisou em entrevista esta semana o prefeito Carlos Moreira. Ele vai ter de tirar o atraso. O advogado Gustavo Prandini já tem meses de mídia e vem de uma campanha para deputado. O mesmo ocorre com Conceição Winter que trabalhou na assistência social e representava o prefeito Carlos Moreira na distribuição de cestas básicas do governo.

O certo é que alguns fatores são decisivos para a vitória de um político. Dentre eles o apoio de pessoas que realmente contribuam para chegar lá. E, nestas eleições, pelo que parece, existe um equilíbrio muito grande de forças. Favoritismo? Nem de longe.

1 comentários:

Anônimo disse...

Política é mesmo algo inexplicável onde tudo é possível: No fim das contas só temos candidatos do tal grupão, com excessão do Djalma que ficou em cima do muro e na última hora se deu bem...
E que vença o melhor, tomara que a vaidade destes senhores e senhoras não atrapalhem o crescimento de nossa Monlevade!

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